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06/06/2018

Equipe CEPED/PR entra em sala de aula para falar sobre os principais tipos de desastres e ações diante da calamidade.

Alunos do 9º ano do Colégio Decisivo -  Cristo Rei, em Curitiba, assistiram na manhã desta segunda-feira (04), uma palestra sobre Desastres e o Sistema de Proteção e Defesa Civil, feita pela engenheira ambiental e mestranda em Gestão Urbana, Larissa Ferentz, também pesquisadora bolsista do Centro Universitário de Estudos e Pesquisas sobre Desastres (CEPED/PR).

 

A professora de Língua Portuguesa Yara Reis conta que resolveu levar esse assunto para dentro da sala de aula, porque a turma está finalizando a leitura de um livro sobre o maior desastre ambiental do Brasil, ocorrido em 2015, na região do município de Mariana (MG), quando houve o rompimento da barragem de Fundão, e entre 32 e 62 milhões de metros cúbicos de rejeitos da produção de minério de ferro contaminaram o meio ambiente. A tragédia provocou a morte de 19 pessoas, e mais de 200 famílias perderam as casas só no subdistrito de Bento Rodrigues. 

 

A instituição de ensino convidou o CEPED para que os alunos recebessem outros esclarecimentos sobre os desastres.  E coube à pesquisadora, explicar por exemplo, quais são as atividades que o Centro Universitário desenvolve, e qual é a sua ligação com as ações da Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil (CEPDEC) diante de desastres. Ela falou também sobre os vários tipos de desastres – Hidrológicos, Meteorológicos, Geofísicos e Biológicos, e quais os que mais ocorrem no Brasil. 

 

O terceiro sargento Jean Sampaio Teles, chefe do setor administrativo e financeiro do CEPED/PR, destacou a importância da humanização de todos diante de uma situação de vulnerabilidade. “Principalmente em relação ao atendimento aos atingidos pela calamidade, mas para que isso aconteça é preciso disseminar, também nas escolas, conhecimentos que despertem a compreensão e o interesse nas questões que envolvem o meio ambiente, uma vez que os seres humanos, os animais e os seres vivos em geral são vulneráveis diante de determinadas situações”. Ele acrescentou que “é necessário que a sociedade se mobilize em seus diversos segmentos em apoio aos atingidos”

 

Outro ponto da palestra que chamou muito a atenção dos estudantes, foram as explicações sobre as diferenças entre inundação e alagamento, e ainda, entre enxurrada e deslizamento. Sobre o que fazer quando o desastre ocorre, a pesquisadora do CEPED explicou que há diferenças no modo de agir. Ela diz que no caso de uma inundação, por exemplo, a recomendação da Defesa Civil é que se evite lugares baixos. E que se for alcançada pelas águas, a pessoa deve permanecer calçado para evitar ferimentos e contaminações. No caso de precisar retornar a um local inundado, a orientação é pedir ajuda à Defesa Civil, ou ao Corpo de Bombeiros. Como medidas de prevenção, a Defesa Civil recomenda que lixo não seja jogado em terrenos baldios, ou até mesmo na rua. Assim como, não descartar sedimentos, troncos, móveis, ou quais materiais no leito dos rios. Os estudantes também aprenderam o significado das ações de preparação, prevenção, mitigação, resposta e recuperação adotadas pela CEPDEC na gestão de risco de desastres.

 

Depois dos esclarecimentos sobre a atuação do CEPED, da Defesa Civil e dos desastres, os adolescentes receberam uma missão: contar em texto o que absorveram de todas as informações que receberam da equipe do CEPED/PR.

 

Por Sara Carvalho, Assessoria de Comunicação CEPED/PR

 

 

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